O casamento, como uma união conjugal, se ordena pra mútua ajuda interpessoal dos cônjuges e à procriação, recepção e educação dos filhos. O feito conjugal é o feito respectivo e específico da vida de casal. A combinação sexual é um feito de entrega, e deste jeito é um gesto exclusivamente conjugal. Nesse assunto, é normal e agradável dentro do casamento ter amostras do carinho que os une e os torna felizes por encontrar-se juntos.
Estas demonstrações de carinho são muito diversas e íntimas, são um dom de Deus e do cônjuge. Só por razões justas seria aceitável dentro da conexão conjugal prescindir nesse tipo de combinação entre os esposos. Mas a intimidade física não apenas é um dos meios mais altos de expressar amor e de unidade; é também a forma em que os filhos chegam à casa da família. Como espaço da ação criadora de Deus na transmissão da vida, a combinação dos cônjuges tem que ser sinal do afeto de Deus. É uma resultância imediata da doutrina do matrimônio como caminho de santidade.
nesse fato, são Josemaria declarou: “o que pede o Senhor é que se respeitem uns aos outros e que sejam leais uns aos outros, que trabalhem com delicadeza, com naturalidade, com modéstia. Uma virtude pra cultivar e um dom que nos fornece: é um dom e uma tarefa.
A sexualidade no casamento necessita ser vivida pela castidade. A castidade como qualidade do estado implica, no caso dos casados, agir de acordo com sua realidade vital: procurar o bem dos cônjuges, a prática da fidelidade conjugal e estar abertos ao dom da vida. Às vezes, os maridos conseguem enxergar a chamada pra ser castos e puros como uma questão que limita o teu admiração: você o que permite a Igreja, e que proíbe?
Mas a castidade no casamento não é um não a certas coisas. É o cuidado do afeto único e exclusivo pro outro. A castidade implica uma aprendizagem do domínio de si que é uma pedagogia da independência humana. A castidade conjugal permite que os maridos incorporar os sentimentos, os afetos e as paixões em um bem superior que liberta do egoísmo e lhes capacita para gostar de verdade, respeitando-se mutuamente. Os esposos que vivem essa intimidade com generosidade buscam uma combinação mais profunda e abrangente de todo o teu ser, de seus corpos, suas mentes e seus espíritos. Ambos os cônjuges têm esse vontade de cumplicidade, de se dominar e de se transmitir um ao outro.
Estes cônjuges partilham a paixão, sentimentos e emoções, executam planos e tomam decisões em conjunto; em poucas palavras, eles têm uma vida em comum, essa existência é dos 2, algo que os torna únicos, que faz única sua ligação de casal. Essa intimidade conjugal transcende os cônjuges e os leva a formar uma família, em que se apresenta a abertura para a vida e tenta assim como ser fecundos socialmente.
Todos os fins se envolvem uns aos outros e, se querem comprar plena e equilibradamente, há que procurá-los todos, conjunta e harmoniosamente, sem contradições artificiosas. Ao mesmo tempo, convém ter muito claro que a ajuda mútua não é um meio pra obtenção de outros fins, todavia um final em si mesmo.
- 1 Movimentos táticos de Napoleão Bonaparte, precedidos de um movimento estratégico
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- Alix von Solodkoff (nascida em dezessete de março de 1992)
Marido e mulher não só se complementam e ajudam quanto à formação e educação dos filhos realizados; bem como se adicionam pra si mesmos, em que qualquer um é o bem do outro. “O casamento não é, pra um cristão, uma acessível instituição social, nem ao menos muito menos um remédio pras fragilidades humanas: é uma autêntica vocação sobrenatural….
Os casados estão chamados a santificar o seu matrimônio e a santificar nessa combinação; cometerían deste jeito, um perigoso erro, se edificaran tua conduta espiritual à revelia e à margem de sua residência. Daí que cada ato inverso a esta fidelidade e exclusividade conjugal implique um atentado gravíssimo contra o ser próprio de um dos cônjuges.
